
Vivo numa democracia,
Mas quem manda é rei,
Onde esta a alegria?
Quem sabe? Eu não sei.
Políticos engravatados,
Ditam leis, regras e obrigações,
E nós sentimo-nos atraiçoados,
Para quê tantas ambições?
Carros, casas, ordenados de luxo,
Fazem a seu belo prazer,
E eu o dinheiro que puxo,
Quase que nem dá para comer.
Palavras falsas,
Ouvidos moucos,
E nós quase sem calças,
Neste país de loucos.
Libras, euros, Dólares
Fazem colecção,
Idosos vão para lares,
E inocentes para a prisão.
A corrupção domina,
O cinto é apertado,
Mas isso já não me anima,
Quero viver sem ser autorizado.
No fim quem se fode,
É o povo,
E quem os acode?
Não sei, mas que venha um mundo novo.
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