
Sinto-me a vaguear pela vida,
Talvez seja mesmo o meu destino,
Tenho a alma escondida,
Já não chega de ensino?
Cada passo que dou,
Cada altitude tomada,
Não consigo esconder quem sou,
Só censura que me custa ser lembrada.
Um dia de cada vez,
Sem nada de novo para contar,
Dizem que não há duas sem três,
Já passei o provérbio, podem acreditar.
Tenho que me conformar,
No fundo não tenho opção,
Sei que em branco estou a assinar,
Mas não encontro solução.
A minha sinceridade, Grita,
A minha personalidade, esconde,
Os pensamentos na cabeça, agita,
O coração apenas procura…mas não sabe onde.
Permaneço igual a mim mesmo,
Permaneço a reconstruir as “fracções”,
No interior ainda existe o “Sismo”,
Que teima em cessar…soluções?
tens razao.
ResponderEliminarNUNCA MESMO
ResponderEliminaratravés das palavras tudo é mais fácil :)
muto bom, ótimo,expetacular.parabens por todas as poesias.
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