domingo, 17 de outubro de 2010

…A quem segue…



Muitas pessoas desconhecidas,
Mas que partilham tal como eu,
Vivencias, experiencias vividas,
No fundo tudo que se aprendeu.

Como é possível nos identificarmos,
Com palavras, frases ou acontecimentos?
Ao ler, recordamos,
O que passamos, vivemos, ou apenas sentimentos.

Utilizo para desabafar,
Para tentar “rasgar” folhas interiores,
É uma das formas que não há maneira de me calar,
E por vezes apazigua algumas dores.

Agradeço o apoio demonstrado,
Desde que comecei a divulgar,
Sinceramente não estava habituado,
Mas todos os comentários serviram para ajudar.

Todas as palavras de conforto,
Todos os incentivos a continuar,
Mesmo que eu não estivesse a ir a bom porto,
Fizeram-me sempre acreditar.

Companhia de breves instantes,
Cultura ao ler o que de bom se escreve,
Já o podia ter feito mais cedo, antes,
Mas nunca escrevia nada, agora também só me atrevo.

Este é o poema que vos dedico,
Inspirei-me no que tenho lido por ai,
É como todo o agrado e afinco,
Que vos agradeço, e por isso vos segui.

17 comentários:

  1. ora nem mais! nunca deixes de escrever, escreves de uma forma raramente linda *

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  3. tem mesmo que ser (;
    e digo o mesmo , amei mais uma vez *.*
    obrigada (L)

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  4. Todos devemos agradecer pelo apoio involuntário, obrigado ;)

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  5. nao consigo nem pensar em pessoas felizes, a sorrir. nao consigo. dói-me tanta coisa, acreditas? ás vezes mal consigo falar, tenho um nó na garganta. queria gritar, queria ofender o mundo, quero dizer palavras feias, mas nem isso eu consigo.

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  6. Como estava em brasileiro, pensei que não tinhas sido tu a escrevê-lo :)

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  7. e como se põe as coisas más de lado? como se sê feliz?

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  8. fizeste-me rir, agora.
    se tudo fosse assim, o mundo girava duas vezes mais devagar.

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  9. cada vez escreves melhor e ainda bem que gostaste *.*

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  10. Eu acho que todos :)
    Eu sei que ela me está a ensinar para o futuro, mas às vezes é de mais :b

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  11. nao acredito, mas nada nada nada mesmo nisso. eu conheço essa história, aliás, disse-a vezes sem conta a amigos que estavam menos bem. mas hoje percebo que nós proprios fingimos estar bem, fingimos o nosso melhor sorrir, fingimos ser um monte de força mesmo quando nao estamos bem, para sermos pilares, portos de abrigo para quem mais precisa. mas e depois? quantas vezes passei o dia a sorrir e cheguei a casa, fechei a porta e chorei? quantas? foram muitas, muitas. nao menti para ninguem, menti-me a mim, a mim, só isso. para o mundo nós fomos luz, para nós somos fracos. é triste nao é?

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  12. beem :o nem palavras tenho para este magnifico poema. oh Hugo, Hugo, adoro muito os teus poemas.

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  13. Que lindo texto,realmente é gratificante visitar seu blog.E continue assim ,gentil,amável ,vc é muito espeçial.Como foi o domingo,tranquilho? te desejo uma ótima semana,abraços.

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